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id da página: 5082 Evelyn Underhill – MISTICISMO – CAMINHO

Underhill Misticismo Caminho

O CAMINHO MÍSTICO

I Introdução

    • Nosso objetivo é descrever o desenvolvimento normal da consciência mística
      • Sua dificuldade
    • Nenhum místico completamente típico
      • Um "retrato composto" necessário
      • Suas características
    • A consciência mística em desenvolvimento oscila entre estados de dor e de prazer
    • Seu crescimento é uma contínua transcendência
    • Cinco grande estágios: 1. despertar ou conversão; 2 auto-conhecimento ou purgação; 3 iluminação; 4 rendição, ou a noite escura; 5 união
    • A distinção entre união e êxtase
    • A vida unitiva, a meta da via mística
    • A aniquilação do si o fim do misticismo oriental
    • O misticismo cristão nega esta interpretação de união
    • Encontra nisto o aperfeiçoamento não a supressão da vida
    • A divina escuridão
    • A verdadeira vida unitiva ativa
    • Um estado de fecundidade divina
    • Os "maiores ativos"
    • O fim próprio da via mística é a deificação

II O Despertar do Si

    • O despertar da consciência transcendental
      • Psicologicamente é uma forma de conversão
      • Geralmente abrupta
      • As vezes gradual
      • George Fox
    • Uma revelação inefável
    • Uma visão do divino imanente no mundo
    • Características gerias da conversão mística
    • O místico típico
    • A conversão extática
    • A percepção da realidade divina na natureza
    • O "mundo transfigurado"
    • O cântico celestial
    • A conversão pode tomar duas formas:
      • (1) Expansiva e transcendente
      • (2) Pessoal e imanente
    • Suas características discutidas e comparadas
    • O amor pessoal, o fator essencial
    • O estímulo que dispara o processo de transcendência a trabalhar

III A Purificação do Si

    • A purificação, o necessário corolário da conversão
    • O ajuste do Si à realidade
    • Limpando os poderes da percepção
    • Aquisição da "bondade"
      • agente de purificação
    • O auto-conhecimento
    • A contrição
    • Santa Catarina de Gênova sobre o purgatório
    • O amor, agente de purificação
    • A purgação acompanha toda a vida mística; mas a via purgativa é a completude da conversão
    • A auto-simplificação
    • Limpando e cortando
    • O desapego
    • A pobreza, a castidade e a obediência: as virtudes místicas fundamentais
    • A pobreza espiritual: a essência da liberdade
    • O "sacrum commercium"
    • O desapego pervertido
    • A mortificação
    • O aspecto positivo da purgação
    • O refazer do caráter
    • A morte da natureza inferior
    • Uma veza a nova vida estabelecida, a mortificação termina
    • "O espelho das almas simples"
      • Santa Catarina de Gênova
    • O aspecto psicológico da mortificação
    • O sofrimento ativo
    • O lado heroico da purificação
    • A conquista da meticulosidade
    • A purgação essencial para todo misticismo
    • Seus últimos estágios
    • O jogo do amor
    • A consciência transcendental flutuante
    • A passagem da purgação à iluminação
    • Os três fatores da via purgativa
    • Conclusão

IV A Iluminação do Si

  • A iluminação, a consciência mística característica
  • Muitos artistas alcançam isto
  • A parte do processo normal da transcendência
  • A "dança mística"
  • O caráter distintivo da iluminação
  • O "misticismo da natureza"
  • A iluminação e os mistérios
  • O místico e o artista
  • O cálice do espírito da vida
  • As várias formas e graus da iluminação
    • Sempre parece final para o místico
    • Deve ser expresso artisticamente
    • Frequentemente recebido na forma visionária
  • Três marcas deste estado
    • O sentido da presença divina
    • A lúcida visão do mundo
    • A atividade automática
  • Caráter duplo da consciência iluminada
  • Sentido da presença de Deus
  • A fonte da alegria mística
  • A oração da união
  • Distinção entre oração da união e a vida unitiva
  • O "sentido da presença" e a vida ativa
    • Irmão Lourenço
  • A passividade
  • Santa Catarina de Gênova e a iluminação
  • Natureza da iluminação
  • A visão da realidade
  • A iluminação transcendente e pessoal
  • A visão iluminada do mundo
  • Os místicos e a vida animal
  • O platonismo e a iluminação
  • A iluminação a uma casa a meio-caminho
    • Não pode dar satisfação final à consciência espiritual

V Vozes e Visões

  • Este é um tema controverso
  • O racionalismo e a ortodoxia
      • Ambos extremos em suas conclusões
      • Interpretação literal fatal para visão
  • Toda espécie de automatismo encontra-se na vida mística
      • Não pode ser negligenciado por seus investigadores
  • As visões podem ser frequentemente meramente subjetivas
      • mas as vezes incorporam percepções transcendentais
      • Algum teste necessário
  • A visão mística real melhora a vida
  • A maioria das atividade visionárias misturadas em tipo
      • É sempre simbólica em caráter
  • Uma forma de expressão artística
  • Automatismos, característico de todo gênio criativo
  • As visões místicas e as vozes são ajudas à transcendência
      • relacionadas à vida
      • Delacroix
  • A audição
      • a forma mais simples de automatismo
      • Três espécies de audição
          • o mundo intelectual
          • as palavras interiores distintas
          • Santa Teresa
      • As audições falsas
      • Caráter da verdadeira audição
      • Palavras exteriores
      • Audição musical
      • Diálogos divinos
  • A visão
      • Seu caráter geral
      • A maioria dos místicos desconfiam dela
      • Três classes de visões
          • intelectual
          • imaginária
          • corporal
      • A visão intelectual
          • existe em todos os poetas
          • de duas formas
              • As visões simbólicas
              • As visões de personalidade divina
                  • A visão do Cristo de Santa Teresa
                      • sua natureza transcendental
      • As visões imaginárias ativas
          • Seus caracteres
          • O casamento místico de Santa Catarina
          • A transverberação de Santa Teresa
  • A escrita automática nos místicos
  • Conclusão

VI Introversão: Parte I: Recolhimento e Quietude

  • A introversão é a arte mística característica
    • Seu desenvolvimento acompanha o crescimento orgânico
    • É suscetível de educação
  • O valor da tradição
  • O treinamento da vontade e da atenção
  • A contemplação é a única maneira real de perceber qualquer coisa
    • Seu método descrito
    • Um experimento
  • A introversão
  • O êxtase
    • Os dois aspectos da consciência contemplativa
  • A base da alma
  • A contemplação filosófica
  • Os graus da oração
    • Sua natureza
  • O fim da contemplação
    • Hilton
  • A oração nua
  • Todos os "estágios" ou graus da oração arbitrários e diagramáticos
    • Mas alguma divisão essencial à descrição
    • Três estágios
      • A lembrança
      • A quietude
      • A contemplação
  • A oração cresce com o crescimento do si
    • As disciplinas da mente, da vontade e do coração
  • Os graus da oração de Santa Teresa
  • É um progresso no amor
    • Um retiro da circunferência para o centro
  • Seu fim é a união
  • A lembrança
  • A meditação
    • Suas características
    • Ela desenvolve-se em lembrança
    • Uma ginástica espiritual
    • Santa Teresa
  • A quietude
  • A quietude e o quietismo
    • A "zona de perigo" da introversão
    • Jan Van Ruysbroeck sobre o quietismo
      • seus males
    • É uma perversão da verdade
    • Molinos
    • Von Hügel
  • A marca distintiva da verdadeira quietude

VII Introversão: Parte II: Contemplação

VIII Êxtase e Arrebatamento

  • O êxtase é o último termo da contemplação
  • Os místicos o veem como um estado muito favorável
  • Seu aspecto físico
  • O transe
    • Um estado corporal anormal
  • Os transes saudáveis e não saudáveis
    • Suas características
    • Santa Catarina de Gênova
  • Aspecto psicológico do êxtase
  • Completo mono-ideísmo
  • Uma unificação temporária da consciência
  • Frequentemente ajudado por símbolos
  • Descrição de um êxtase saudável
    • El acarreta uma nova percepção da realidade
  • Aspecto místico do êxtase
    • Um estado de "pura apreensão"
    • A consecução da oração da união
    • As vezes difícil de distinguir dela
    • A distinção real está no transe
  • Santa Teresa sobre união e êxtase
  • Resultados do êxtase confirmam aqueles da contemplação
    • Nenhuma linha divisória possível entre os dois
    • Muitos caso não podem ser classificados
  • Richard Rolle sobre duas formas de arrebatamento
  • O místico em êxtase clama que atingiu o Absoluto
    • A natureza de sua consciência
    • Uma concentração de todo seu ser em um ato
  • A percepção da eternidade
  • A auto-fusão
  • A visão extática
  • O arrebatamento
    • Sua distinção do êxtase
    • Indica desarmonia psico-física
    • Santa Teresa sobre o arrebatamento
  • A levitação
  • O arrebatamento acarreta sempre imobilidade corporal
    • geralmente desordem mental
  • Os resultados finais do êxtase, bons para a vida
  • Os estados extáticos contribuem para o desenvolvimento orgânico do si

IX A Noite Escura da Alma

  • Retornamos ao estudo do processo de vida místico
  • O balanço de volta da iluminação
  • A Noite Escura
    • Seu caráter psicológico
      • Um período de fadiga psíquica
      • A reação do esforço de lucidez mística
      • O armazém da vida espiritual
      • Seu estabelecimento é gradual
      • Madame de Guyon
      • Um estado de caos mental
      • A transição para novos níveis de consciência
      • Adolescência mística
      • O paralelismo psico-espiritual
      • Augustine Baker
    • Seu caráter místico
      • Toma muitas formas
        • A emocional
        • A intelectual
        • A volicional
      • Uma consecução da purgação
      • A purificação final do si-mesmo
      • A passagem da Lua ao Sol
      • Sempre doloroso
      • Suas principais formas
    • A purificação de toda a personalidade
    • Um episódio em construção de caráter
    • Essencial para à realização da realidade
    • Submissão
    • Adaptação ao ambiente
    • Um processo além do auto-controle
    • O auto-esvaziamento
    • A pobreza espiritual
    • A Escuridão um incidente do movimento para união
    • Um "exemplo de vida"
      • Henri Suso
        • Razões para esta escolha
        • Sua entrada na noite
        • A visão da escola superior
        • A visão da nobreza
        • Sua educação em hombridade
        • O ideal da cavalaria espiritual
        • O desafio final
        • Suas características humanas
        • Henri Suso e o bebe
        • A última crise
        • O ato de submissão
  • A passagem da Noite Escura

X A Vida Unitiva

  • O que é a vida unitiva?
    • Somente os místicos conhecem
    • É um estado de vitalidade transcendente
  • Sua importância para a raça
  • Os místicos a descrevem sob duas formas
    • metafísica
    • pessoal
  • A deificação e o casamento espiritual
  • A auto-submissão
  • A liberdade
  • A atividade heroica
  • A explicação psicológica
    • Delacroix
    • Eucken
  • A unificação da personalidade em altos níveis
  • A explanação do místico
  • A imersão em Deus
  • A transmutação
  • A doutrina da deificação
    • Em filosofia
    • Em religião
    • Sua justificação
    • Não é identificação com Deus
    • É a realização da realidade
  • O simbolismo do fogo
  • A Visão Beatífica
  • A união de amor
  • A companhia divina
  • A Epístola da oração
  • O casamento espiritual
  • A fecundidade divina
  • A vitalidade aprimorada
  • Os "grandes ativos"
  • Os místicos como pais da nova vida espiritual
  • O caráter dual da vida unitiva
  • O ser e o devir
  • A fruição e o trabalho
  • Jan Van Ruysbroeck, o supremo demonstrador desta lei
  • Sua exibição nas vidas dos místicos
  • O gozo místico
  • Conclusão